| Philadelphia Museum of Art |
junho 29, 2015
junho 17, 2015
Did someone say: Is he a scientist?
What is your first thought when someone says scientist? Several people are always thinking that scientists are serious person, they don’t have time to enjoy their lives and they have no humor sense.
After the Jurassic World preview I saw some commentaries of scientists around the world, and my conclusion is: they have more sense of humor than everybody!
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| Nobody leaves, my glasses! ( https://www.youtube.com/watch?v=Bx-QHAYUJCU ) |
Part of the public that watched the movie was irritated because of the “errors” that the director and screenwriter committed during the movie recordings. They told that: “We are tired to see the same erros in those movies about Dinosaurs, it is time to see Dinosaur with feathers!”
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- I enjoyed the whole absurdity of it. I tend to fall asleep in movies when they're not interesting or exciting. This was funny. It had a nice pace to it.
Of course all the scientists know about the mistakes that happened in the movie (several), but they know that it is just a movie.
Directors don’t have the obligation in teach about the correctly science in the theater movie, they need to make a movie that will attract people.
We should start to have sense of criticism and try to separate the things, or we are going to live in a banal world.
junho 16, 2015
Just a little about Washington, D.C.
If you're feeling sinister... you shouldn't!
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| Amor/Love/Aimer. Sculpture Garden- National Galery of Art, Washington, D.C. |
I fought during years trying to be better in each aspect in my life. I really tried hard and now I already can see that all the moments in the past makes me strong now.
I took a path and I want to follow just to see what will happen, just to prove that I can be a winner.
Now it's my time, I don't want to see my life from outside, I want to write and be part of my own story.
agosto 07, 2014
Pena
Eu queria poder entender de que adiantou correr das pessoas que realmente gostei. Por que tenho que guardar todas aquelas recordações boas na memória e nos papéis? Ainda guardo aquela foto e seu sorriso...
Acredite, dói mais em mim agora do que doeu em você, dói porque você superou todo aquele tempo enquanto eu passo os dias pensando no que teria acontecido com nós dois se não fosse minha infantilidade, aqueles ótimos momentos e risos que só riem uma vez.
Não peço pra você voltar, não mandarei nenhuma carta ou farei ligação alguma não há mais o porque de dizer "Fugi daquela prisão, hoje sou livre para você". Sei que a única prisão que ainda existe é essa que criei e que a cada dia parece uma eternidade, longe de tudo. Longe de mim. Longe de você.
Acredite, dói mais em mim agora do que doeu em você, dói porque você superou todo aquele tempo enquanto eu passo os dias pensando no que teria acontecido com nós dois se não fosse minha infantilidade, aqueles ótimos momentos e risos que só riem uma vez.
Não peço pra você voltar, não mandarei nenhuma carta ou farei ligação alguma não há mais o porque de dizer "Fugi daquela prisão, hoje sou livre para você". Sei que a única prisão que ainda existe é essa que criei e que a cada dia parece uma eternidade, longe de tudo. Longe de mim. Longe de você.
Por que fazemos tudo errado? Um dia ainda serei feliz? Ao seu lado eu sei que não, mas também sei que nem ao meu lado serei feliz, nunca serei.
Água de rosas, cheiro de fraldas, ainda lembro dos seus olhos.
Eu sei que não serei eu...
abril 11, 2014
Infância
Conversa vai, conversa vem, o assunto "infância" sempre surge nas conversas entre amigos. "Quando era pequeno eu jogava videogame o dia inteiro", "Me lembro da primeira vez que fui no cinema, tinha 5 anos e fui ver Rei Leão", "Minha família viaja muito", "Eu era muito paparicada, todos me amavam".
Apesar de todos esses maus momentos marcantes e os quais dominam a minha mente, também tenho alguns lampejos de bons momentos como aqueles em que estava com um livro na mão e um pelúcia do Snoopy na outra, minha mãe me acompanhava nas leituras. Ou então outro momento em que estava vendo uma fita cassete de aulas em inglês da turma de sexta série de meu irmão e minha mãe do meu lado me incentivando. Aqueles momentos em que brincava com meu irmão e ele me apertava e falava o quanto eu era a irmã preferida dele. Os meus carrinhos que meu irmão quebrava porque ele gostava da cor que eu ficava quando eu chorava, as festas da escola que só minha mãe ia, as minhas comidas preferidas que minha mãe fazia.
Por que quando tentamos lembrar de algo do passado são as piores coisas que vem primeiro na mente? Por que não lembrar dos bons momentos e o quanto aprendemos? O quanto fomos amados, o quando sorrimos, o quanto brincamos e o quanto vivemos, isso sim deve vir primeiro na nossa mente. Os momentos de felicidade devem inspirar a vida, devem nos fazer ficar fortes porque é isso o que realmente valeu a pena.
Um lampejo de desespero invadiu meu corpo e surgiu a pergunta: e minha infância?
Tenho uma vaga lembrança de um momento com meus cinco anos de idade em que estava sozinha sentada na escada, aquela mesma escada a qual aprendi a subir e descer sozinha. Os remédios de bronquite, os remédios para os problemas no coração, mais remédios e mais remédios. Lembro dos gritos de meus irmãos e das brigas de meus pais, lembro das bebidas pela casa, o cheiro de cigarro e de álcool quando minha mãe e meu pai me abraçavam, as coisas jogadas por todos os lados, mais uma vez esquecida na escola, um afogamento, uma marca de queimadura de cigarro no pé...Apesar de todos esses maus momentos marcantes e os quais dominam a minha mente, também tenho alguns lampejos de bons momentos como aqueles em que estava com um livro na mão e um pelúcia do Snoopy na outra, minha mãe me acompanhava nas leituras. Ou então outro momento em que estava vendo uma fita cassete de aulas em inglês da turma de sexta série de meu irmão e minha mãe do meu lado me incentivando. Aqueles momentos em que brincava com meu irmão e ele me apertava e falava o quanto eu era a irmã preferida dele. Os meus carrinhos que meu irmão quebrava porque ele gostava da cor que eu ficava quando eu chorava, as festas da escola que só minha mãe ia, as minhas comidas preferidas que minha mãe fazia.
Por que quando tentamos lembrar de algo do passado são as piores coisas que vem primeiro na mente? Por que não lembrar dos bons momentos e o quanto aprendemos? O quanto fomos amados, o quando sorrimos, o quanto brincamos e o quanto vivemos, isso sim deve vir primeiro na nossa mente. Os momentos de felicidade devem inspirar a vida, devem nos fazer ficar fortes porque é isso o que realmente valeu a pena.
janeiro 31, 2014
Um nada.
Grandes oportunidades aparecem na nossa vida e eu acredito que é o acaso, afinal nossa vida é feita de incertezas.
Conhecemos pessoas incríveis, outras nem tanto; conhecemos lugares onde nossos olhos brilham só de ver tamanha beleza e encanto, enquanto há outros que nos deixam nas profundezas de um mar vazio e escuro; aprendemos coisas importantes e outras nem tanto. Um abismo de pessoas, lugares, aprendizados, vivência... e no fim de tudo? Dizem que o fim é incerto, mas eu tenho certeza de que no final é certo de que tudo será uma incerteza catastrófica com mil possibilidades diferentes.
Entendam, não é pessimismo. Pensem comigo: se até hoje tudo deu errado, a probabilidade de que dê errado no futuro é incrivelmente grande. Mas a probabilidade de uma tristeza sem fim é grande, e de que você acabará sozinha chorando um mar de lágrimas e se afogará naquilo que você criou.
O realismo está fortemente presente na minha vida, não adianta mais se enganar e tentar colocar na cabeça de que sou feliz, interessante, bonita, inteligente. Chega, dói demais ficar se enganando e tentando agradar a todos a sua volta, a cada esboço de um sorriso uma dor profunda e amarga, aquela dor que vem te derrotando todos os dias.
Não é depressão, não é falta do que fazer, não é nada disso e nem daquilo, é só um desabafo de quem se sente uma merda e não faz nada pra mudar.
Conhecemos pessoas incríveis, outras nem tanto; conhecemos lugares onde nossos olhos brilham só de ver tamanha beleza e encanto, enquanto há outros que nos deixam nas profundezas de um mar vazio e escuro; aprendemos coisas importantes e outras nem tanto. Um abismo de pessoas, lugares, aprendizados, vivência... e no fim de tudo? Dizem que o fim é incerto, mas eu tenho certeza de que no final é certo de que tudo será uma incerteza catastrófica com mil possibilidades diferentes.
Entendam, não é pessimismo. Pensem comigo: se até hoje tudo deu errado, a probabilidade de que dê errado no futuro é incrivelmente grande. Mas a probabilidade de uma tristeza sem fim é grande, e de que você acabará sozinha chorando um mar de lágrimas e se afogará naquilo que você criou.
O realismo está fortemente presente na minha vida, não adianta mais se enganar e tentar colocar na cabeça de que sou feliz, interessante, bonita, inteligente. Chega, dói demais ficar se enganando e tentando agradar a todos a sua volta, a cada esboço de um sorriso uma dor profunda e amarga, aquela dor que vem te derrotando todos os dias.
Não é depressão, não é falta do que fazer, não é nada disso e nem daquilo, é só um desabafo de quem se sente uma merda e não faz nada pra mudar.
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